26/06/2012 00h00
Eu voltei
Ola! Depois de alguns dias ausente, para alegria de muitos e a infelicidade de poucos, estou voltando.
Tem gente que não gosta da minha forma de escrever, diz não ler o que escrevo. Mas comenta o que escrevo. Dá para entender? – Da sim! Diz que não gosta, mas gosta, diz que não Lê, mas Lê. Ainda bem que é assim. Não quero ser unanimidade, e mesmo que quisesse não conseguiria, pois nem Jesus foi unanimidade.
Apenas de uma coisa tenho certeza... Pedrada só leva arvore que tem fruto, arvore seca serve apenas para ser queimada, no máximo, se tiver uma forma bonita, serve como ornamento. Nada mais.
Foi dada a largada
Definida a coligação que tem como cabeça de chapa Sirley Ceccatto, com a parceria do vereador Fically. Não vejo muita renovação, nem nova proposta de fazer política, como disse a candidata à prefeitura Sirley, no momento da convenção. É só olhar a coligação. O PP elegeu o ex-prefeito Saulo, o PSDB, e o DEM. Sabidamente partidos que cumprimentam com a mão direita. Partidos cheios de nuances. Qual é a renovação? Para que exista uma coligação é preciso de aja cumplicidade, no melhor sentido da palavra é claro, pois existem muitas negociações, muitos interesses que não são recíprocos, até a batida do martelo.
Sábado é a vez do PMDB
É agora... o candidato a vice, será a Luciane do PT, ou o Darci do PDT ? O PMDB tem com liquido e certo o nome do Beto para encabeçar a chapa. O Darci me disse que espera a decisão do PMDB, se não houver acerto, disse ele: “Vou concorrer, mesmo que com chapa pura. Vamos aguardar”. Mas o que tudo indica é que teremos apenas dois candidatos disputando a prefeitura de Caçador. A vaga será de quem melhor convencer o eleitor que já não esta mais tão displicente.
Campanha eleitoral
A instabilidade quanto aos rumos de uma campanha eleitoral pode surpreender até ao mais cuidadoso dos políticos. Para o enfrentamento, com seus adversários, é preciso ter ao seu lado bons consultores de marketing, atentos as informações, para garantir a segurança necessária ao sucesso da empreitada. É preciso haver um constante monitoramento dos humores momentâneos e passageiro do universo eleitoral, e isso não é fácil.
A política é um caso especial
O candidato vende uma proposta que só poderá ser constatada ao longo de quatro anos; o eleitor compra aquilo sobre o que, de forma geral, não terá controle e influência. Este fato, agregado à desconfiança a cada dia maior, de grande parte dos eleitores em relação ao político, torna a relação ainda mais difícil. É preciso que o candidato seja capaz de transmitir de forma crível no rádio, em debates com os adversários e encontros com a sociedade suas propostas de governo. Sem isso, o candidato perde o grande fio condutor da campanha que é a credibilidade, capital simbólico, mas importantíssimo do postulante ao governo municipal. Portanto o candidato deve ficar atento, e o eleitor ainda mais. Tem muita gente por ai que nem sabe o significado de legislar. Mas é candidato e conhece bem o valor do salário do vereador.
Não escrevo mais
Vivi muitos anos, e já declarei isso em outras oportunidades, sobre o domínio da ditadura, presenciei desmandos acontecerem, coronéis determinarem o que o cidadão poderia fazer, e tentaram determinar o que os jornalistas da época deveriam escrever. Alguns se dobraram diante das pressões, mas jornalistas de cepa morreram e não se deixaram intimidar. Saiba meu caro leitor. Enquanto eu não estiver criando noticias, mas comentando os fatos, ninguém vai apagar a luz da minha consciência. Abri esta coluna dizendo para a felicidade de muitos e infelicidade de poucos, estou de volta, neste site, mas não mais com a coluna que levava meu nome na página 02 do jornal a Folha.
Esta coluna é sua
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pfpedroso@hotmail.com